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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Por que tomar Colágeno? Diferença entre Gelatina e Colágeno Hidrolisado.


Por que tomar Colágeno? Diferença entre Gelatina e Colágeno Hidrolisado.

A idéia de suplementar a ingestão de colágeno está relacionada basicamente a retardar o processo de envelhecimento, para ajudar a envelhecer melhor e com boa saúde.
Como nossa produtividade vem aumentando assim como nossa expectativa de vida, cada vez mais médicos, empresários, engenheiros, profissionais de destaque estão adiando sua aposentadoria, muitos trabalhando até seus 80 anos ou mais, então espera-se que consumir colágeno ajude neste no processo de rejuvenescimento e reparação celular.
Nossa aparência, bem ou mal, está cada vez mais ligada à nossa saúde e principalmente à nossa competência, estar bem, com peso ideal, belo e com menos rugas. Atualmente esses conceitos ficam no limite da ética, entre o desejo e da cobrança, do desejo de cada um em ter juventude eterna e da cobrança da sociedade que relaciona beleza a realização e sucesso.
Se cuidar atualmente já está cada vez mais embutido nos nossos hábitos de higiene, como acordar, escovar os dentes e passar filtro solar, chegar do trabalho e fazer uma caminhada ou fazer drenagem/massagem pelo menos uma vez na semana.

A idéia de pesquisar a respeito se deu quando vi a necessidade de informar melhor meus clientes na área que eu chamo de serviço agregado, o serviço agregado é o conteúdo, são aquelas dicas que vão otimizar os resultados do tratamento e de quebra fazer bem para a saúde da cliente, sem contra-indicações ou efeitos colaterais.

Tomar colágeno não quer dizer que essa suplementação vai “virar” colágeno na sua pele, mas sim que estará fornecendo matéria prima para as suas células produzirem o colágeno que for preciso, é como fornecer os tijolinhos para a construção de uma casa, já que o colágeno está praticamente em tudo no nosso organismo, na formação de tecidos, órgãos, cabelo, unha, ossos, dentes... E independente da ingestão deste colágeno com a idade nossa produção decai.

Espero que tenha a determinação de ler tudo, a empolgação de aplicar alguns conceitos bons a sua vida e a seus hábitos diários, da sua própria maneira, que antes de fazer uso de algum tratamento ou alimento saiba se ele é bom para você e para seu objetivo, procure orientação de profissionais da saúde, nutrólogo, nutricionistas, pessoas capacitadas e atualizadas para te oferecer novidades sobre o que tem de melhor no mercado mundial.





E enfim, que tenha a consciência plena que sua única e maior obrigação é relaxar e ser feliz e que para tal terá que gozar de plena saúde e equilíbrio, não só de “boa aparência”, sendo capaz de transmitir ao próximo prazer em viver e muita alegria !!!



Pesquisas mostram que por volta dos 25 anos nosso organismo começa a diminuir a produção de colágeno em contraposição à necessidade constante dessa importante molécula no processo de rejuvenescimento e reparação celular.
Aos 50 anos nosso corpo só produz em média 1/3 do colágeno que necessitamos. Supõe-se que esta seja uma das principais causas do nosso envelhecimento. Com a diminuição do colágeno os músculos ficam flácidos, diminui a densidade dos ossos, as articulações e ligamentos perdem a elasticidade e a força, a cartilagem que envolve as articulações fica frágil e porosa, com aspecto de almofada. Os cabelos perdem o viço, pois diminui a espessura do fio capilar. Alguns órgãos podem sofrer deslocamento e apresentar mal funcionamento. A pele fica mais fraca, desidratada e sem elasticidade, culminando em flacidez e no aparecimento de estrias; o ganho de reserva lipídica é mais acentuado.

As principais fontes de colágeno são os alimentos ricos em proteínas de origem animal (carne vermelha, frango, peixe). Mas, para o colágeno ser sintetizado pelo organismo, é importante você também consumir boas fontes de vitamina C (limão, melão cantalupo, caju, kiwi, acerola e goiaba) vitamina E, selênio, silício e zinco (avelã, amêndoa e castanha-do-pará).

“Segundo a universidade de Viena, a falta de colágeno no corpo causa endurecimento da bexiga, problemas na próstata e diminuição da fixação de cálcio. As fibras de colágeno são responsáveis pela firmeza e integridade das estruturas celulares, pela transmissão de força aos ligamentos, transmissão de luz pela córnea, distribuição de fluidos nos vasos sanguíneos e vasos linfáticos.”

Encontramos duas fontes industriais para fabricação de GEL ou GELATINA,
- Origem Vegetal: Agar Agar, de algas marinhas, muito utilizada pelos japoneses, mais cara e seu uso é bem mais reduzido, tanto para ingestão como para a indústria.
- Origem Animal: Bovino, suínos e até de peixes, normalmente retirada de pele, ossos ou cartilagens.

O uso da gelatina de origem animal:
A mais importante propriedade da gelatina é sua capacidade de formar um gel termo-reversível, a partir de soluções com amplos limites de concentração, isto é, podemos converter uma solução para a forma sólida e reconvertê-la para a forma líquida, por meio de aquecimento. Por esta razão, é um agente de ligação ideal e encontra usos nas mais variadas aplicações, como: sobremesas de gelatinas, gomas de gelatinas, “marshmallows”, caramelos, doces, iogurtes, mousses, queijos cremosos, também pode ser usada na clarificação de vinho, cerveja, suco de frutas, produtos dietéticos e na fabricação de diversos alimentos e outros.
No setor de medicamentos farmacêuticos, a gelatina pode ser empregada na fabricação de cápsulas duras ou moles, comprimidos, drágeas, emulsões, óleos, esponjas medicinais, entre outros tipos de produtos. Já no segmento fotográfico, é aplicada na confecção de filmes, papéis fotográficos, eletrodeposição de metais, papéis, microencapsulação, fósforo e diversos materiais. Na área industrial, é usada na produção de adesivos, abrasivos, capsulação de corantes, entre vários artigos.
Nossa quanta coisa serve essa tal gelatina!!!

Gelatina é Colágeno, mas não é hidrolisado!!!
O Colágeno comum é a gelatina que ingerimos normalmente, as de supermercado, tem a gelatina pura e a gelatina hidrolisada.


A Gelatina:

Com bastante versatilidade e na versão diet com poucas calorias, a gelatina é uma aliada daqueles que procuram manter uma alimentação saudável regularmente.
Sem gordura, nem colesterol, e com muita água ela é uma opção e tanto para quem procura se alimentar bem. É preciso apenas atenção na quantidade de açúcar que vem em sua gelatina!!! Têm algumas marcas que têm mais açúcar e corantes do que gelatina.

Em função da sua ação no nível gástrico e como se liga a uma grande quantidade de água, a gelatina produz um ativo efeito de saciedade. Assim, quando sem açúcar, também é uma opção para quem está de dieta ou procura alimentos com poucas calorias.

Mas a gelatina é suficiente?

Para quem procura um efeito mais rápido e não quer ingeri-la somente como sobremesa, é só procurar a gelatina hidrolisada (também chamada de colágeno hidrolisado).
A gelatina que a gente come de sobremesa tem só 10% de proteína e cerca de cerca de 5% de colágeno,por isso, não deve ser considerada como alternativa para firmar a pele ou deixar o corpo mais durinho. Mas como citado, é uma boa opção para enganar a fome ou matar a vontade de doce sem acrescentar muitas calorias.

Já a gelatina em cápsula (ou farmacêutica) é o colágeno puro. Só que, por não ser hidrolisada, é menos eficiente.
A explicação está no processo: A hidrólise quebra as moléculas da proteína presente no colágeno. Menores, elas são absorvidas pelo organismo com mais facilidade. Ou seja, você tem de consumir uma dose bem maior de gelatina em cápsula para ter o mesmo efeito do colágeno hidrolisado.


O Colágeno Hidrolisado

Nos últimos anos houve grande aumento do interesse sobre o colágeno como a mais importante e fundamental proteína para o crescimento e regeneração correta do corpo. Muitas marcas de cosméticos e pílulas para rejuvenescimento como Imedeen, Innéov e outras tem como ativo principal o colágeno com associações.

O colágeno representa cerca de 25% de toda proteína do organismo humano e tem uma função primordialmente estrutural, ou seja, dá sustentação às células, mantendo-as unidas. 


O colágeno hidrolisado é um precursor de colágeno especialmente formulado, usando um processo científico único e específico, que consiste em hidrolisar o colágeno e seqüencialmente implementar o processo de liofilização, ocorrendo assim a preservação natural do produto e uma assimilação de mais de 90% (pré-digerido e absorvido) pelo organismo.

Existem mais de 20 tipos de colágeno no organismo. O colágeno é a proteína mais abundante do nosso corpo, formadora das fibras colágenas. Essas fibras colágenas se encontram em todas as células de origem animal, não existem nos vegetais, e são responsáveis em mais de 30% pelo processo de cicatrização e regeneração nos casos de cortes/intervenções cirúrgicas.


 Flacidez de Pele  !!!

O colágeno é a proteína formadora das fibras colágenas. É encontrado em todas as células de origem animal, é produzido através do entrelaçamento de cadeias peptidicas de aminoácidos.
O colágeno, também conhecido como tecido conectivo promove elasticidade e resistência à pele, aos músculos, tendões, meniscos, ligamentos, veias, vasos e artérias, transmissão de luz na córnea, distribuição de fluídos em vasos sangüíneos e linfáticos, além do próprio osso, etc.
Nos tecidos duros como os ossos, o colágeno funciona como um suporte para a deposição mineral e previne a osteoporose. Nos tecidos moles como a pele, o colágeno forma uma matriz onde se alojam várias substâncias e células. Ele é essencial para a manutenção da forma e da integridade do tecido.
Estudos demonstram melhora do estado de indivíduos que têm osteoartrose de joelhos e quadril com a ingestão dos hidrolisados de colágeno reduzindo a dor nestas partes. A osteopenia e osteoporose são doenças ósseas que acometem principalmente idosos e mulheres pós menopausa caracterizadas pela redução da massa óssea e, consequentemente deterioração dos ossos e aumento do risco de fraturas. O colágeno pode exercer um efeito analgésico, aumentar a quantidade de colágeno das articulações, cartilagens e estimular a formação óssea contribuindo para deixar os ossos mais fortes e resistentes.
No tecido cardiovascular o colágeno forma uma rede através das artérias dando a elas um maior poder de expansão e protegendo de possíveis lesões por excesso de expansão (flacidez).
Outra função importante do colágeno é a sua atuação na agregação, aderência e ativação das plaquetas. Tem ação na primeira etapa da formação do coágulo. Age ainda como fator do mecanismo intrínseco para o sangue coagular.


Existem mais de vinte tipos de colágeno. A seguir veremos alguns:
Colágeno Tipo 1: é o mais comum; aparece nos tendões, na cartilagem fibrosa, no tecido conjuntivo frouxo comum, no tecido conjuntivo denso (onde é predominante sobre os outros tipos), sempre formando fibras e feixes, ou seja, ossos, tendões, pele.

Colágeno Tipo 2: produzido por condrócitos, aparece na cartilagem hialina (articulações) e na cartilagem elástica (tuba auditiva e epiglote). Não produz feixes. Presente nos discos intervertebrais, olhos e cartilagem.

Colágeno Tipo 3: constitui as fibras reticulares. Presente na pele, aorta, pulmões.

Colágeno Tipo 4: aparece na lâmina basal, um dos componentes da membrana basal dos epitélios (células da pele). Presente nas lentes da cápsula ocular, glomérulos.

Colágeno Tipo 5: presente nos ossos, tendões e sangue.

Colágeno Tipo 6: presente no sangue, camada íntima da placenta.

Colágeno Tipo 7: presente nas membranas corioaminióticas.

Colágeno Tipo 8: endotélio.

Colágeno Tipo 9: cartilagem, córnea retina.

Colágeno Tipo 10, 11 e 12: cartilagem.

A ingestão recomendada diária é de aproximadamente 1g por quilo de peso corporal, o indicado para suplementação fica de 10 a 30 gramas/dia, porque também ingerimos outros alimentos.
E o melhor horário para consumo é a noite, antes de dormir e sem estar com o estômago cheio.


Aqui, algumas opções de colágeno hidrolisado à venda no mercado. Todas as versões em pó são livres de açúcar, a maioria é facilmente diluída em água (rende um refresco) ou leite (vira um shake). Tem também o colágeno em cápsula.

As versões em sache são boas para viagem, mas normalmente saem mais caras. Dê preferência às versões em pó, já que uma cápsula tem no máximo 1 grama e a maioria das pessoas irá tomar de 10 a 30 gramas por dia (1 a 3 colheres de sopa) isso equivaleria a tomar de 10 a 30 capsulas por dia, ou seja, inviável!!!!

BioSlim Colágeno – Do Laboratório Herbarium
Tem 5 gramas de colágeno em 10 gramas do pó.
No sabor chá verde e limão (pote 180 gramas, 25,00 reais).

Gelamin – Da Advanced Products
Tem 8 gramas de colágeno em 10 gramas do pó, além de vitaminas A e C.
Nos sabores laranja, tangerina e limão (caixa com 30 sachês, 50 reais).

Colagentek – Da Vitafor
Tem 8 gramas de colágeno em 10 gramas do pó, nos sabores limão e laranja (caixa com 10 sachês, 22 reais).

Collaghem – Do Laboratório Tiaraju
Tem 10 gramas de colágeno em 10 gramas do pó. No sabor original (pote com 100 gramas, 25,00 reais).

Sanafit Colágeno – Da Sanavita
Tem 9 gramas de colágeno em 10 gramas do pó, além de zinco e vitaminas A, C e E. Nos sabores original, tangerina e limão com clorofila (pote de 350 gramas, 48,00 reais).

Colagemix – Da Orient Mix
Tem 6,5 gramas de colágeno em 20 gramas do pó. Com leite desnatado na formulação, vira um shake mesmo diluído em água. Nos sabores morango, baunilha, chocolate e laranja (caixa com 14 sachês, 40 reais).

Gelape – Da Nutricêutica
Tem 8 gramas em 10 gramas do pó, mais 24 vitaminas e sais minerais.
Nos sabores morango, tangerina, limão e uva (pote de 300 gramas, 50 reais).

Collagen – Da Performance Nutrition
Tem 600 miligramas de colágeno em cada cápsula (pote com 100 unidades, 45,00 reais).

* Preços pesquisados em janeiro de 2011, valores aproximados, pode ter variação.

Evite atividades que degradam o colágeno e prejudicam a pele:
- Exposição ao sol,
- Fumo,
- Álcool,
- Dormir mal,
- Atividade Física em Excesso,
- Stress

E atenção!!!
Somente a ingestão de colágeno não irá resolver problemas de flacidez de pele já instalados, faça tratamento de radiofreqüência com aparelhos TOPs como Accent, mais informações clique:

Casos extremos de flacidez de pele só com correção cirúrgica e lembre-se vai trocar a flacidez por uma cicatriz, que muitas vezes não é tão pequena, pense bem e procure um bom cirurgião plástico, com registro na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Outros fatores podem estar associados a unhas fracas, cabelos quebradiços ou flacidez de pele, doenças da tireóide, desequilíbrio hormonal e outros.
Sempre procure um bom médico e faça seus exames de saúde !!!

Porque nós queremos um SUS melhor !!!


Porque nós queremos um SUS melhor !!!



O SUS pode e deve ser melhor, no dia 28 de setembro de 2011 os deputados federais prometem votar a regulamentação da EMENDA 29, se aprovada essa aumentará cerca de 50 BILHÕES O ORÇAMENTO DA SAÚDE.
Com a emenda aprovada, Prefeitos, Governadores e a Presidente da República não poderão aplicar os recursos em outras áreas. Isso significa mais investimentos diretos na saúde, geração de emprego e melhoria dos serviços.
O governo federal quer evitar a aprovação, pois teme os custos que a regulamentação vai gerar. Assim, pretende enviar ao Congresso Nacional um novo texto, levando a tramitação a estaca ZERO.

SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL PARA QUE A REGULAMENTAÇÃO DA EMENDA 29 SEJA APROVADA.

Texto que Iremos enviar aos deputados:

Envie você também para os deputados de seu estado, é só clicar:


Ministro da Saúde quer regulamentar Emenda 29; texto está parado desde 2008

Emenda poderá melhorar atendimento na rede pública.Entre as prioridades para a área da Saúde destacadas pelo novo ministro da pasta, Alexandre Padilha, algumas são objeto de propostas que já tramitam no Congresso Nacional; outras foram herdadas de gestões anteriores; e quase todas dependem de novos recursos alocados para o setor. No seu programa de governo, a presidente Dilma Rousseff prometeu aumentar os recursos destinados para a Saúde a fim de, entre outras metas, ampliar as equipes de Saúde da Família e criar novas Unidades de Pronto Atendimento 24 horas.

Em seu discurso de posse, Padilha anunciou um “choque de gestão” e a disposição de negociar com governadores e prefeitos a aprovação da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que fixa os percentuais mínimos a serem gastos na Saúde por estados, municípios e União. O texto está parado no Plenário da Câmara desde 2008.

Proposta na Câmara
O texto mais atual na Câmara sobre a regulamentação da Emenda 29 (PLP 306/08, do Senado) é o substitutivo do deputado Pepe Vargas (PT-RS), segundo o qual a União deve aplicar na Saúde o mesmo valor empenhado no ano anterior, corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB Indicador que mede a produção total de bens e serviços finais de um país, levando em conta três grupos principais: – agropecuária, formado por agricultura extrativa vegetal e pecuária; – indústria, que engloba áreas extrativa mineral, de transformação, serviços industriais de utilidade pública e construção civil; e – serviços, que incluem comércio, transporte, comunicação, serviços da administração pública e outros. A partir de uma comparação entre a produção de um ano e do anterior, encontra-se a variação anual do PIB.) entre os dois anos anteriores; os estados deverão aplicar 12% de seus impostos, e os municípios, 15%. Esses valores estão definidos provisoriamente na Constituição, mas não vêm sendo cumpridos pela falta de regulamentação.

Um dos problemas gerados pela falta de regulamentação é que a destinação atual dos recursos para a Saúde é pouco específica, podendo os gestores, por exemplo, direcionar verba para a assistência social alegando se tratar de uma medida de saúde. A regulamentação deixará claro quais ações serão consideradas de saúde – todas elas, inclusive, vinculadas ao Sistema Único de Saúde. O texto diz, por exemplo, que limpeza urbana, pagamento de aposentadoria de servidores da Saúde, merenda escolar e obras de saneamento não poderão setr custeadas por essa verba.

A votação não foi concluída pelo impasse entre governo e oposição sobre a criação da Contribuição Social da Saúde (CSS), um novo tributo previsto no substitutivo que seria cobrado nos moldes da extinta CPMF, mas com uma alíquota menor, de 0,10% sobre a movimentação financeira. A CPMF era cobrada em 0,38%. A estimativa é que a CSS gerasse uma de receita aproximada de R$ 15 bilhões ao ano.
Oposição

Os partidos de oposição (DEM, PSDB e PPS) não concordam com o novo tributo e apresentaram um destaque para retirar a base de cálculo do texto e inviabilizar a cobrança. “A proposta vem ao encontro do que a Frente Parlamentar da Saúde defende, que é o fortalecimento dos municípios a partir do pacto federativo”, destacou o deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), integrante da frente. “O problema é que todos os ministros defenderam isso durante os oito anos de Governo Lula, mas o assunto não avançou porque há descompasso entre os ministérios da Fazenda, da Saúde e do Planejamento”, destacou.

Na mesma linha argumenta o deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG), um dos ex-ministros da Saúde do Governo Lula. “Todas as declarações dele [de Padilha] são reincidentes em relação às de ex-ministros da pasta. Eu, quando tomei posse, fiz um discurso que não estava muito diferente, assim como o Agenor e o Temporão”, disse, referindo-se aos também ex-ministros da pasta José Gomes Temporão e Agenor Álvares. “O SUS só vai obter resultados substantivos quando conseguir avançar em dois sentidos: na homogeneização da gestão – que é ótima em alguns lugares e péssima em outros – e resolver o problema do financiamento, porque não tem como sobreviver com R$ 1 por habitante/dia, as tabelas estão totalmente defasadas”, acrescentou.

Assim, os parlamentares desta legislatura que se encerra não foram convencidos sobre a necessidade de criar um tributo para financiar o sistema. Alguns, como o líder do DEM, deputado Paulo Bornhausen (SC), acreditam que a regulamentação da Emenda 29 já colocará, por si só, R$ 30 bilhões por ano na Saúde, mesmo sem a criação da CSS, já que os gastos serão obrigatoriamente direcionados para ações específicas do SUS.

O coordenador da área de Saúde do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Sérgio Piola, discorda. Para ele, a destinação correta dos recursos não é suficiente para garantir uma prestação de serviços semelhante à dos países desenvolvidos. “É preciso mais recurso, seja ele proveniente de um tributo específico ou não”, avalia.


Retrospectiva:
   A alegria pela aprovação, no dia 9 de abril de 2010, da regulamentação da Emenda 29 (PLS 121/07) no Senado Federal durou pouco. Logo após a sua aprovação, o então presidente na época Luiz Inácio Lula da Silva alegou que o governo não tem dinheiro para arcar com o ônus que esse projeto geraria e, portanto, falta dizer de onde viriam os recursos para financiar o projeto.

   Lula também declarou que o vetaria se este fosse aprovado da forma como estava na Câmara. Como se não bastasse a oposição do presidente, a regulamentação da Emenda 29 teve que ser votada novamente no Senado. O motivo foi um erro na matéria, que ao invés de injetar verbas no setor retiraria R$ 5 bilhões da pasta somente este ano. 

   A Emenda Constitucional 29, de 2000, fixa a quantidade mínina de recursos que estados e municípios têm de aplicar na área da saúde. A proposta de regulamentação aprovada pelo Senado, de autoria do senador Tião Viana (PT/AC), impõe a mesma regra à União, que, de acordo com o texto, terá de investir 10% de suas receitas correntes brutas no setor a partir de 2011.
   Em 2008, o percentual seria de 8,5%, o que obrigaria o presidente Lula a desembolsar mais de R$ 5,5 bilhões, além das verbas constantes do Orçamento deste ano. Em 2009 e 2010, os percentuais subiriam para, respectivamente, 9% e 9,5%. A proposta também especifica o que são serviços de saúde. Assim, obrigaria todos os entes da Federação a gastar mais na área.  
   Atualmente estados e municípios incluem ações de saneamento básico e combate à fome entre os serviços de saúde. Se a regulamentação for aprovada, ficarão proibidos de continuar com a prática. Correção: O Plenário do Senado aprovou logo depois uma correção ao projeto que regulamenta a Emenda Constitucional 29. Sem a correção, em vez de a União destinar à saúde cerca de R$ 10 bilhões a mais por ano, o aumento seria de aproximadamente R$ 5 bilhões. Em seu relatório, Augusto Botelho (PT/RR), relator do projeto, manteve inalterada a espinha dorsal da proposta original, que injetará nos cofres da Saúde um adicional de R$ 23 bilhões. 
   Ficou constatado que, ao aceitar uma subemenda durante a votação, ocorreu uma incoerência entre dois artigos com referência a “receitas correntes brutas” da União. Com a correção no Senado, o PLS 121/07 será encaminhado para a Câmara, onde, segundo o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB/RR), o governo tentará “aprimorar” o projeto, dentro das negociações da reforma tributária.Governo quer evitar aprovação na Câmara: A aprovação da regulamentação da Emenda 29, e outros dois projetos, no Senado deixou na época o então  presidente Lula preocupado. Ele determinou que aos líderes do Governo no Congresso que impeçam a votação de projetos que aumentam os gastos públicos. Além da Emenda 29, o presidente quer evitar a aprovação do PL 1/07, que estende aos aposentados os índices de aumento real do salário mínimo, e do PL 3.299/08, que acaba com o fator previdenciário, retardando as aposentadorias. 

   De acordo com o Governo, a aprovação destes textos causaria um prejuízo de R$ 49 bilhões até 2011. O Governo alega que não tem dinheiro para pagar a conta. Lula já avisou que iria  vetar as propostas se elas forem aprovadas pela Câmara. Mas não queria ser obrigado a isso. 
   Os três projetos são iniciativas de forte apelo popular e que atingem diretamente os mais pobres, eleitorado preferencial do presidente. Se vetá-los, se verá numa situação extremamente delicada. 
   No entanto os parlamentares governistas também não queriam se colocar contra a saúde e os aposentados em pleno ano eleitoral. Por isso, o discurso é que não se pode criar despesa sem receita. Ou seja, os líderes tentarão transferir o ônus político discutindo o aumento de impostos e criação de outros tributos, como um imposto permanente sobre movimentações bancárias, destinado exclusivamente ao financiamento da saúde, aos moldes da extinta CPMF.
Fonte: http://www.fisionet.com.br/materias/interna.asp?cod=317

E então fica aqui minha pergunta...
O que iremos consegui?
O que pensa nossa presidenta Dilma ???

Fisioterapia e Gestação


Fisioterapia e Gestação

Os incômodos na gestação eram tidos como inevitáveis, sem importância, e nenhuma intervenção era realizada antes do nascimento do bebê. Com a evolução científica e novas pesquisas na área da saúde e dos procedimentos fisioterapêuticos, atualmente sabe-se que a fisioterapia tem muito a colaborar. A queixa de desconforto geralmente flutua durante a gravidez. O primeiro episódio pode ocorrer em qualquer período gestacional, mas, para a maioria, é entre o quarto e o sétimo meses, podendo variar de pequena rigidez passageira ou incômodo até a incapacidade. Cerca de 50% das gestantes sentem dor em intensidade e duração suficientes para afetar seu estilo de vida de alguma forma e, para um terço delas, a dor chega a ser muito grave. 5-6
O papel do fisioterapeuta-obstetra não é somente tratar quando for preciso, mas também ser membro da equipe obstétrica que procura entender o problema, que tem todas as últimas informações relativas às causas e tratamentos dos sintomas. Quando solicitado o seu acompanhamento, o fisioterapeuta é o profissional da saúde mais próximo da gestante, em suas consultas semanais, visando principalmente à prevenção e, quando essa falha, ele busca conter e minimizar o problema. 1-5
Durante a gestação, os principais objetivos fisioterapêuticos são promover uma melhor postura, orientar, aliviar e prevenir a dor, estimular os sistemas cardiovascular e intestinal, prevenir edema, preparar os membros superiores para a amamentação, preparar para o parto, prevenção e tratamento da incontinência urinária. A fisioterapia pode utilizar diversos recursos, porém, a combinação de orientaçãocinesioterapia e drenagem linfática manual é a abordagem mais comum e completa. 1-3, 6, 13-17
É indispensável uma anamnese minuciosa, que contenha seu histórico, coleta de dados de gestações e atividades diárias anteriores, queixa principal, presença de intercorrência, patologias associadas, identificação de desconfortos, inspeção visual, onde se analisam postura, estrutura musculoesquelética, edema, manchas, estrias, fibroedema geloide.1-4
Orientações
Gestantes bem orientadas e com uma boa mecânica corporal têm menor risco de desenvolverem lesões musculoesqueléticas. A orientação e acompanhamento são fundamentais para aumentar a percepção da mecânica postural correta, do controle da musculatura do assoalho pélvico, da ativação dos músculos lombares e abdominais para a estabilização lombopélvica, melhorando a capacidade de relaxamento, preparando para o trabalho de parto por meio de orientações de exercícios respiratórios e facilitatórios. 1-3






Cinesioterapia
O exercício apropriado melhora as condições cardiorrespiratórias. Um sistema cardiovascular saudável é importante porque o sangue deve ser eficientemente transportado para a placenta, que fornece oxigênio e nutrição ao feto. Um nível de condicionamento melhorado é uma vantagem durante a gestação, porque ajuda a reduzir o cansaço que grande parte das gestantes sente. 1-4, 17

O acompanhamento fisioterapêutico da gestante preconiza exercícios que englobem um bom preparo cardiorrespiratório e físico, para que essa possa ter, além de uma gestação tranquila, um trabalho de parto mais rápido e sem complicações. No entanto, devem ser avaliadas quais as atividades que a gestante praticava antes de engravidar e sua preferência. Seu ritmo de exercícios durante a gestação deve ser baseado no que praticava anteriormente. Dependendo da atividade, que pode ser mantida ou adaptada, a sua intensidade deve ir diminuindo gradualmente com o avanço da gestação. É necessário ter conhecimentos fisiológicos ao administrar um programa de exercícios a uma gestante, alternando-lhe as posições do corpo em pequenos intervalos de tempo, evitando a posição supina, observando o descanso entre as séries e a temperatura ambiental.
O exercício parece melhorar a capacidade do corpo em dissipar o calor, efeito que permanece presente no estado de gravidez. Porém, a hipertermia na gestante deve ser evitada por seus efeitos teratogênicos sobre o feto, devendo ser levado em consideração o horário do dia e a temperatura do ambiente em que faz a atividade. 2, 16
A frequência cardíaca não deve ultrapassar 140 bpm, os exercícios exaustivos, aeróbicos de impacto, de longa duração, em ambientes quentes e poucos arejados deverão ser evitados. A duração de cada sessão não deverá ultrapassar 60 minutos e intensidade de 55% com base na frequência cardíaca máxima, distribuindo os tempos em aquecimento, alongamento específico à necessidade. A força muscular deve ser direcionada a necessidade postural, preparar membros superiores para a demanda dos cuidados com o bebê, preparar os membros inferiores para a demanda do aumento do peso, exercícios metabólicos, durante os exercícios deve-se dar ênfase à expiração e ativação da musculatura do assoalho pélvico e ao final, relaxamento. A frequência deve ser de duas a três vezes por semana para iniciantes e de quatro a cinco vezes por semana para gestantes que já praticavam atividade física constante. 10, 11, 17
Alguns tipos de atividades físicas como exercícios leves na água, caminhada e bicicleta estática já vêm-se destacando como prática de atividade física durante o período gestacional. A atividade física na água é benéfica e geralmente é mais relaxante que outros tipos de exercícios. A hidroterapia reduz ainda a frequência de edema que é um efeito comum na gestação. O efeito da água morna sobre o corpo serve também como termorregulador, proporcionando ao feto a possibilidade de maior estabilidade frente à elevação de temperatura e a subsequente diminuição do suprimento de sangue. A temperatura ideal da água deve ficar entre 28ºC e 30ºC. 4-6, 16, 17
Drenagem Linfática Manual (DLM)

O edema de membros inferiores é um dos sinais mais comuns no terceiro trimestre da gestação, destacando-se como um dos mais desconfortáveis para as mulheres afetadas, pois, com frequência, associa-se a sintomas como dor, cansaço, sensação de peso e parestesias nos pés e pernas acometidos, além do componente estético que tanto incomoda as mulheres. Cerca de 25% do volume total do edema acumulam-se nas pernas e nos pés.
A Drenagem Linfática Manual (DLM), técnica de massagem que aumenta o fluxo da linfa na direção dos gânglios linfáticos, tem por objetivo criar um diferencial de pressão a fim de promover o deslocamento da linfa e do fluido intersticial, visando à sua recolocação na corrente sanguínea e, consequentemente, à diminuição do edema do membro ou do local afetado. 12-14






Discussão
A atuação da fisioterapia na especialidade da saúde da mulher permite intervir sobre vários aspectos da função e do movimento humano, que sofram mudanças e alterações desde a adolescência até a fase adulta, passando inclusive pelo período gestacional. No Brasil, a fisioterapia aplicada à obstetrícia é ainda enquadrada como uma das áreas de atuação mais recentes dentro da profissão, tendo sido determinada a sua obrigatoriedade no curso de graduação, em todo o território nacional, somente a partir da reforma curricular de 1985. Porém, a sua prática rotineira só foi implantada, pela primeira vez, no Serviço Ambulatorial da Maternidade Escola Hilda Brandão, em Minas Gerais, em 1988, e visava ao atendimento fisioterapêutico às gestantes, tanto no pré-natal como no parto e puerpério imediato. Essa área, por ser pouco explorada no Brasil, não está ainda firmemente estabelecida dentro do quadro de profissões que respondem pela saúde da mulher, deixando o fisioterapeuta-obstetra sem um papel bem definido nas equipes que auxiliam as gestantes.
A gestante não deve ser vista como uma paciente que pouco ou nada tem a ser feito por ela. Entretanto, seria irresponsável divulgar a idéia de que, sem a intervenção fisioterapêutica, a mãe ou o feto sofreriam algum dano. Porém, já está comprovado que a intervenção fisioterapêutica é positiva na maioria dos desconfortos gestacionais. 4-11
Conclusão
O trabalho interdisciplinar é imprescindível em qualquer área da saúde e, nesse sentido, o papel do fisioterapeuta-obstetra torna-se fundamental dentro das equipes multidisciplinares de assistência pré-natal, devendo inclusive trabalhar na perspectiva da fisioterapia comunitária.
Nesta, a abordagem é muito mais integral, em que não apenas se trate e cure, mas também se observe e oriente, passando a ter uma atuação também na promoção de saúde, em que se observa o quanto o fisioterapeuta é importante à assistência pré-natal. Embora a fisioterapia tenha muito a oferecer aos outros profissionais da equipe de saúde, assim como à própria gestante, existe uma quantidade limitada de literatura com documentação de apoio sobre as técnicas da fisioterapia aplicadas à obstetrícia. Essa escassez de publicações, em português, diminui, de certo modo, a credibilidade dos serviços fisioterapêuticos direcionados às gestantes, assim como o crescimento da área dentro da profissão.
Infelizmente, o público não tem uma visão clara da fisioterapia nessa área nem o grupo interdisciplinar, sendo necessária a modificação da visão de todos os profissionais da saúde associados ao fisioterapeuta.
Espera-se que a intervenção fisioterapêutica proporcione conforto para a gestante, que ela passe por esse período sem prejuízos físicos ou estéticos, com alívio de dores musculares que possa vir a sentir, que possa melhorar sua consciência corporal, sua qualidade de vida, física e psicológica, permitindo-lhe uma integração mais harmoniosa em sua rotina diária doméstica e/ou laboral. Ao diminuir o uso de medicamentos analgésicos e o risco de seus efeitos colaterais e reações adversas, reduzem-se os dias de afastamento do trabalho, proporcionando economia substancial ao sistema de seguridade social e ao sistema de saúde público.

É possível inferir, por meio deste trabalho, que a intervenção fisioterapêutica pode trazer grandes benefícios para a gestante desde o preparo físico e preventivo até o parto e puerpério. Durante toda a gravidez, seja nos desconfortos comuns da gestação, seja no preparo ao parto vaginal ou mesmo quando a cesária se faz necessária, a mulher que passou por uma gravidez mais tranqüila e foi fisicamente preparada tem um restabelecimento mais rápido e com menores chances de algum desconforto persistir no puerpério. E mostrar a importância do papel do fisioterapeuta na equipe multiprofissional vinculada à saúde da mulher, em geral, e da gestante, em particular.


****** Referências - Parte do meu artigo:
Borges, D. Scarulis, M. Fisioterapia nos Desconfortos Gestacionais.
TCC Universidade Paulista. Ribeirão Preto.

Quais são os Desconfortos Gestacionais mais comuns?